Geração Y: como lidar com os funcionários da era das redes sociais nas empresas

Samantha Machado (@samyrms)

O relacionamento entre uma empresa e seus clientes deve buscar relação de benefício mútuo, garantindo à organização o cumprimento de seus objetivos mercadológicos e, aos consumidores, satisfação com os produtos e serviços recebidos. Porém, não é apenas nesse ponto que a interface de reciprocidade deve ser priorizada. O relacionamento com os funcionários de uma instituição também possui grande importância, pois estes possuem caráter essencial para a realização da atividade fim da empresa.

Para que haja boa gestão de relacionamento com o público interno, o setor de recursos humanos deve conhecer os perfis dos profissionais que compõem o corpo de colaboradores da organização, tendo em vista a realização de políticas internas baseadas nas características e manutenção de cada funcionário.

Impaciência e Multifuncionalidade: características também presentes no comportamento profissional da Geração Y

É aí que entra o entendimento sobre uma geração que tem feito barulho em recentes publicações nacionais e internacionais: a geração Y.
Os profissionais desse perfil são nascidos entre 1980 e 1990, possuem dinamicidade e impaciência como características intrínsecas à sua personalidade, além de grande aptidão no manuseio de ferramentas tecnológicas e desenvolvimento de diversas tarefas simultaneamente.

Um dos desafios das organizações no gerenciamento dessa geração enquanto público interno está na manutenção desses profissionais, tendo em vista que a impaciência e o desejo de ascensão profissional os leva a debandar das organizações em busca de melhores oportunidades profissionais em empresas com políticas mais flexíveis, quando não alcançado o reconhecimento nas suas organizações.

Os Y nasceram na franca ascensão da revolução digital, portanto, conectividade faz parte do seu cotidiano. Isso faz com que sua relação com a tecnologia e a comunicação seja diferente: esses jovens permanecem conectados à Internet e a sites de redes sociais a maior parte do tempo, buscando, nesses meios, formas de estabelecer e estreitar relações sociais, obter informações com fins comerciais e firmar contatos profissionais.

Desse modo, esses jovens se ocupam de lazer e trabalho concomitantemente. O posicionamento da organização nesse contexto tem contribuição para a permanência da geração Y nas empresas, tendo em vista que gestões adequadas ao perfil do público interno viabilizam a manutenção do quadro de funcionários.

Vale ressaltar que o estabelecimento de gerenciamento específico ao público interno evita dispersão de recursos com seleção e treinamento de funcionários, mostrando-se uma alternativa viável e menos onerosa.

O artigo a seguir, apresentado no XII Congresso de Ciências da Comunicação da Região Sul (Intercom Sul), expõe mais estratégias para a retenção da geração Y nas empresas.

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